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PF vai monitorar cinco suspeitos de fraudar INSS no PI; operação localiza R$ 100 mil

A operação cumpriu oito mandados de busca e apreensão e outras medidas restritivas de direitos expedidas ela 1ª Vara Federal em São Luís (MA). O grupo fraudava benefícios envolvendo pensão por morte e auxílio-maternidade.

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Em operação da Polícia Federal, cinco pessoas do município de Luzilândia investigadas por fraudar o sistema previdenciário serão monitoradas por tornozeleira eletrônica, dentre elas um servidor do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Com elas, a polícia localizou ao todo cerca de R$ 20 mil. Outras duas pessoas, moradoras do Maranhão, serão monitoradas eletronicamente; elas estavam com R$ 80 mil.  O chefe da Delegacia da PF de Parnaíba, delegado Carlos Alberto Ferreira do Nascimento, acredita que o dinheiro apreendido decorre da fraude ao beneficio.

A Operação 'Urbsluzia' foi deflagrada nesta segunda-feira (21) em parceria entre o Ministério Público, a Polícia Federal e o NUINT-PI/CGINT-ME. A operação cumpriu oito mandados de busca e apreensão e outras medidas restritivas de direitos expedidas ela 1ª Vara Federal em São Luís (MA). O grupo fraudava benefícios envolvendo pensão por morte e auxílio-maternidade. 

"O grupo chegou a sacar indevidamente R$ 1,8 milhão (em 22 benefícios). Havia previsão de continuidade desses saques na ordem superior de R$ 4 milhões em prejuízo ao erário (público). Então, nesta data, na cidade de Tutóia (MA), Mata Roma (MA) e Luzilândia foram cumpridos os mandados (de busca e apreensão) e executada a ordem de monitoramento através de tornozeleira eletrônica desses investigados. Foram apreendidos valores em montante superior a R$ 100 mil, possivelmente decorrente dos crimes investigados", explica o delegado Carlos Alberto.

A fraude consiste em inserção de dados fictícios em processos montados a partir de falsos beneficiários cooptados por familiares do técnico do seguro social.

O delegado ressalta que a "Força-Tarefa Previdenciária investiga o estelionato previdenciário praticado por servidores públicos, um deles lotado na agência de Previdência de Totóia, junto com policiais militares, que em conluio fraudavam benefícios gerando saques de valores vultosos".  

 Nas buscas, durante a operação - denominada Operação 'Urbsluzia' - equipes da polícia localizaram arma de fogo irregulares, resultando em flagrante comunicado ao juízo competente. 

A Polícia Federal ressalta que a "o nome da Operação, 'Urbsluzia', faz alusão aos municípios onde eram cooptados os pretensos beneficiários em nome dos quais eram implementados os benefícios fraudulentos".

Fonte: cidade verde

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